sexta-feira, 29 de julho de 2011

Vera Fischer

No ar, também na reprise da minissérie "Desejo", de 1990-no Viva-canal 36 da Net-Rio,visual  de cabelos escuros e olhos com  lentes de contato castanhas,Vera Fischer mostra que é uma atriz muito competente
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 "Tudo de bom que já se disse sobre Vera Fischer é verdade.Tudo de ruim é mentira” 
João Ubaldo Ribeiro, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras. 

Uma candidata catarinense nascida em Goiás, no Miss Brasil 1969 ?
Para atender a uma exigência policial no concurso, a certidão de nascimento de Vera Fischer, miss Blumenau, miss Santa Catarina, e finalmente, miss Brasil, teria sido acrescida de um ano a mais num cartório goiano, sem que ela própria soubesse.

 Fantasiosa ou não, esta é uma das muitas histórias que cercam a musa. As datas de nascimento podem causar controvérsia, mas existe uma unanimidade nacional - Vera Fischer fica mais bela a cada dia.

 Filha de Emil Fischer e Hildegard Erndt, Vera Lúcia Fischer nasceu no bairro da Velha em 27/11/1951 (ou 52?), na mesma casa onde funcionava a loja de tecidos do pai.
Estudou ballet clássico no Teatro Carlos Gomes, na sua Blumenau.

Seu irmão Werner, morreu eletrocutado aos 18 anos, quando cortava grama na casa de praia da família. Desde que desceu da passarela com o título de mais bela brasileira e após cumprir o contrato de um ano que a obrigava a compromissos por todo o país, Vera trabalhou na tv como jurada de programas de calouros. com Flávio Cavalcanti e Chacrinha.

Em seguida, estrelou várias produções no cinema nacional. Em 1970, em plena ditadura militar - um momento de repressão política e com o país vivendo o “milagre econômico” - a “ pornochanchada” foi uma forma de afrontar o moralismo e o conservadorismo da sociedade.

 Ao contrário de outras atrizes que estrelaram filmes eróticos e desapareceram do noticiário, a ex-miss Brasil foi notada pela naturalidade e desenvoltura em cena.
Contratada pela Rede Globo, atuou pela primeira vez na telenovela Espelho Mágico (1977).
 Casada duas vezes, o primeiro marido foi o ator e cineasta Perry Salles, união que durou 16 anos e com quem teve a filha Rafaela. Durante as gravações de Mandala, em 1987, conheceu Felipe Camargo, seu segundo marido e pai de seu filho Gabriel.
O casal viveu uma relação tumultuada. Um estilo de vida desregrado e já suficientemente explorado pela imprensa sensacionalista, fez com que perdesse a guarda do filho, tendo sido, inclusive, proibida de recebê-lo em casa.
 Depois de muita luta e determinacão, Vera deu a volta por cima montou a peça “Gata em Teto de Zinco Quente”, na qual conheceu o ator Floriano Peixoto com quem teve um relacionamento de dois anos.

Reapareceu na telinha, esplendorosa, em “Laços de Família”(2000).
Atuou nos filmes “Quilombo”, “Doida Demais”, “Amor Estranho Amor”, e “Amor Voraz” e, como atriz e produtora, em peças de teatro,

Recebeu das mãos do governador Espiridião Amin (1999) a Medalha do Mérito Anita Garibaldi, Símbolo de Bravura Catarinense, destinada a premiar pessoas, que, no campo de suas atividades, tenham se distinguido de forma notável ou relevante e tenham contribuído para o progresso do Estado de Santa Catarina.
 Sagitariana com ascendente Touro e Lua em Escorpião e meio de céu no finalzinho de Capricórnio, uma passada de olhos em seu mapa astral (disponível na internet) explica muitos aspectos da trajetória tumultuada da atriz.
A notável ausência de planetas em signo de Terra talvez seja a causa de sua resistência às coisas práticas da vida.
Mas Vera, afinal, é uma estrela. ***************************************************************************

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