domingo, 7 de junho de 2026

Alan Touring e a maçã envenenada. . Trilogia I A. parte 2

 






"Mais do que o gênio que desvendou os segredos da Enigma e lançou as bases da computação moderna, Turing foi um visionário que desafiou o próprio tempo. Afinal, o que nos torna verdadeiramente humanos? Pode uma máquina pensar?

Neste capítulo, homenagem à mente que decifrou o amanhã ".

Texto acima em itálico e entre aspas by  Inteligência Artificial

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a seguir,meu texto :


Em 2019,foi nomeado ícone do século 20 pela BBC.*

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Morrer da Cura                  


Durante 2012, ano do centenário de nascimento de Turing, a comunidade científica mundial organizou eventos para lembrar a genial figura.
No Brasil, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul liderou as homenagens.


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Em 7 de junho de 1954, Alan Turing - considerado o pai dos computadores, matemático, criptólogo que decifrou as mensagens da máquina Enigma que mandava as ordens de Hitler para seus comandados - mordeu uma maçã mergulhada em cianureto de potássio no seu quarto, em Wilmslow, Cheshire,Inglaterra.

Por ironia, ao dar queixa à polícia de roubo praticado por um garoto de programa, passou de vítima a réu.

Condenado por prática de homossexualidade, teve o “benefício” de optar entre o encarceramento ou se submeter a tratamento hormonal - uma espécie de castração química.

Turing optou pela segunda hipótese mas,  não resistiu à depressão causada pelos efeitos dos estrogênios, hormônios femininos inoculados em seu organismo.
Apenas em 1969,  o Reino Unido descriminalizou a opção sexual de quem “pensava diferente”. 



Minibiografia de Alan  Mathison Turing

O diplomata britânico, servindo na índia, Julius Mathison Turing e sua esposa grávida Ethel Sarah  desejavam que seu filho ou filha tivesse nacionalidade inglesa e deixaram Chatrapur em direção a Paddington, onde  Alan nasceu, em 23 de junho de 1912. 
 

Deixaram o bebê e seu irmão mais velho com amigos ingleses até a idade escolar, pois "eram muito solicitados para viagens".

No período de seis anos, compreendido entre o aparente abandono explicado como o “desejo de não colocar em perigo a saúde das crianças, que estariam em constante contato com as moléstias existentes na colônia inglesa” e a matrícula no Colégio St. Michael, o menino aprendeu a ler sozinho em 3 semanas e mostrou grande interesse por números e quebra-cabeças.

A genialidade, logo percebida por todos os professores, fez com que fosse  matriculado em Sherbone (em Dorset), aos 14 anos.

O primeiro dia de aula coincidiu com uma greve geral no país. Turing estava tão ansioso que correu os mais de 30 km que separavam Southampton da nova escola, em tempo recorde. 
A façanha foi  noticiada na imprensa local.

Tomou gosto pelo desafio do esporte e tornou-se maratonista. 
Em 1949, concluiu a prova em 2 horas, 46 minutos e 3 segundos,  disputando  classificação  para os Jogos Olímpicos. Uma perna quebrada encerrou a carreira  e os pódios. 

Mas o  grande interesse era mesmo direcionado à matemática e Turing não se adaptava bem aos cursos normais de Sherbone.
Assim, aos 16 anos, teve contato com os trabalhos de Einstein. 

Captou a essência, compreendeu  a mensagem e apoiou as críticas de Einstein às leis de  Newton.

Este período foi acompanhado e, sobretudo, apoiado por  Christopher Morcom, um jovem igualmente genial  e primeiro namorado, que morreu em uma epidemia de brucelose. 

Abalaram-se  as ambições e afetou-se para sempre  a sensibilidade amorosa de Alan Turing. 
Para honrar a memória de Morcom, dedicou-se ainda mais aos estudos. 
Foi aceito no King's College, Universidade de Cambridge e foi  discípulo de Harold Hardy, matemático famoso.
 
Em 1935, aos 23 anos ,Turing  foi nomeado professor do King's College, já reconhecido  como brilhante pensador.  

Primeiros estudos sobre computação

Em 1938, depois de passar dois anos na Universidade de Princeton, orientado por   Alonzo Church, obteve seu Doutorado. 
A tese era sobre o conceito de hipercomputação. 

Alan imaginou uma máquina capaz de fazer qualquer tipo de cálculo, desde que lhe fossem dadas as instruções necessárias.  Não se falava em chips ou processadores, apenas fórmulas  matemáticas, mas, ali  estava a descrição do que conhecemos hoje como computador.

No estudo "Os números computáveis  aplicados ao   “Entscheidungsproblem" (publicado em 1936), foi reformulada a linguagem  formal universal  para o que se conhece como “Máquina de Turing”: resolve qualquer problema matemático que se possa representar  por um  algoritmo. 

Continua sendo uma importante ferramenta para estudos de Matemática Pura.
O Pai do moderno computador é considerado, também, o fundador da ciência da computação e o primeiro a desenvolver o conceito de inteligência artificial.

Decifrando o Enigma

Durante a segunda guerra mundial, Alan Turing foi  um dos principais pesquisadores em  Bletchey Park - centro secreto do serviço de inteligência britânico.

Ali,  realizou trabalho fundamental  de criptografia, que ajudou a mudar os rumos da segunda guerra mundial: quebrou o código de comunicações entre o alto comando  de Hitler.
 
A máquina,   chamada Enigma,  usava um  sistema de engrenagens que misturava as letras - como cartas de um baralho - antes de serem transmitidas pelos telégrafos.
Turing imaginou o  Colossus - que um biógrafo chamou de “tataravô do PC “ - e chegou a decodificar cerca de 50  mil mensagens por mês.

Enquanto  homossexuais usavam triângulo rosa nos campos de concentração, um matemático homossexual -literalmente- zombava de Hitler, ajudando a abater submarinos e aviões germânicos  e  inventava um teste - Teste de Turing - para decidir se máquinas pensam ou não.

 Em 1942,  foi aos Estados Unidos decodificar os códigos japoneses e conheceu   Claude Shannon de quem se tornou muito íntimo.

A quebra do código do Enigma  foi mantida em segredo até os anos 70. Nem  amigos mais próximos e nem a  família jamais tiveram idéia do que se passou.
 
Tempos finais

Em 1952, um garoto de programa encontrado ao acaso e acompanhado de um cúmplice assalta a casa do gênio. 
Durante a queixa, dada na delegacia próxima, o policial pergunta  como conheceu o acusado. 
Acontece que, naqueles tempos, assumir a orientação sexual significava receber acusação de “manifesta indecência e perversão “, segundo as leis britânicas sobre sodomia.
 
 A mídia internacional  acompanhou cada segundo do julgamento e informou a sentença: ou dois anos de encarceramento ou  um ano  de tratamento de “redução da libido”,  à base de hormônios femininos.

Cresceram os seios e muitos outros efeitos secundários da overdose de estrogênios, mas Turing optou pela possibilidade de, livre, continuar trabalhando. 

Consagrado em 1951 como membro da  Royal Society, a partir do episódio de 1952 foi eliminado dos grandes projetos científicos.

Na manhã de 8 de junho de 1954, a  faxineira encontrou o corpo de Turing.
Na véspera, revelou a necropsia, ele havia se  deitado e  mordido uma maçã mergulhada numa jarra com cianureto de potássio.

Era admirador fanático do filme de Walt Disney  “Branca de neve e os 7 anões” que viu pela primeira vez em 1938, em Cambridge, e reviu dezenas de vezes.

Durante o tratamento hormonal cantava compulsivamente um trecho da trilha da película  que dizia no original  “mergulha a maçã  na jarrinha e deixa a morte, que nos adormece, entrar”.

O homem  que morreu desonrado  e rejeitado  também revive, para sempre, na   bela biografia  escrita   pelo matemático Andrew Hodges, em 1983.

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* Programa  da BBC que escolheu Alan Turing como personalidade do século

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domingo, 31 de maio de 2026

Parte 1 da trilogia LINHA DO TEMPO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.

fonte da imagem : site da FAAP


Texto a seguir criado por IA sobre IA na Grécia Antiga , citadas as devidas fontes em azul, após cada ítem.

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"Embora a Inteligência Artificial (IA) seja uma tecnologia moderna, a ideia de criar seres e mentes artificiais nasceu na Grécia Antiga, tanto através da mitologia (com os autômatos) quanto da filosofia (com o desenvolvimento da lógica). [123]
1. Na Mitologia: Os Primeiros Autômatos
Antes do surgimento da robótica, os gregos antigos já imaginavam criaturas artificiais criadas pelos deuses: [12]
  • Talos: O exemplo mais famoso é Talos, um gigante de bronze forjado pelo deus Hefesto. Ele foi projetado para patrulhar e proteger a ilha de Creta, atirando pedras em navios invasores e contornando a ilha três vezes ao dia. [1234]
  • As Servas de Ouro: Na Ilíada de Homero, Hefesto cria servas mecânicas feitas de ouro que tinham consciência, inteligência e capacidade de ajudar o deus a caminhar e realizar tarefas. [12]
2. Na Filosofia: A Base Lógica
Os princípios da lógica formal desenvolvidos na Grécia Antiga formam o alicerce matemático da computação e da própria IA: [1]
  • Silogismos de Aristóteles: O filósofo grego Aristóteles estruturou o silogismo (uma forma de raciocínio dedutivo onde, dadas duas premissas, chega-se a uma conclusão lógica). Essa estruturação de regras "Se/Então" é a mesma base que os algoritmos de IA usam para tomar decisões hoje. [123]
3. Na Tecnologia Atual: IA Decifrando o Passado Grego
Hoje, a IA desempenha um papel revolucionário no entendimento e na preservação da cultura grega antiga: [1]
  • Ithaca: Uma ferramenta de aprendizado de máquina desenvolvida pelo Google DeepMind, projetada para preencher lacunas em inscrições de textos gregos antigos danificados, além de ajudar a datar e localizar a origem geográfica dos artefatos. [1]
  • Leitura de Pergaminhos: Com o uso de inteligência artificial, pesquisadores conseguiram "ler" textos carbonizados de papiros da Antiguidade (como os de Herculano) que foram danificados por vulcões, recuperando escritos de filósofos gregos". [1]


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quinta-feira, 21 de maio de 2026

1o de junho 2026 Centenário de nascimento de Marilyn Monroe

No final do texto, arquivo de vídeos!

 

imagem criada por Inteligência Artificial

 

*1º de junho 1926
    + 5 de agosto 1962   


"Cem anos após o seu nascimento, Marilyn Monroe permanece como o maior enigma e o símbolo mais duradouro da era de ouro de Hollywood. Mais do que uma estrela de cinema dos anos 1950, ela se transformou em uma força cultural que moldou o imaginário coletivo mundial. Celebrar o seu centenário não é apenas lembrar a atriz, mas compreender como a jovem Norma Jeane transcendeu as telas para se tornar um ícone eterno, cuja presença ainda reverbera na moda, na arte e no comportamento contemporâneos."

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'É uma tragédia. Como se um bebê indesejado se tornasse a mulher mais desejada do mundo e ela tivesse que lidar com isso. Uma espécie de pesadelo,como estar em um carro sem freios que vai mais e mais rápido.'

               Andrew Dominik, diretor da cinebiografia "Blonde" 

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 No centenario de seu nascimento, Marilyn ainda faz parte da lista das grandes teorias conspiratórias do século XX.

Ela teria sido "suicidada"por saber demais sobre segredos de Estado durante a ligação com os irmãos Kennedy-John e Bob.

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5 de agosto de 1962, 23 h e 30 min


12305, 5th West Helena Drive, Hollywood, Eunice Murray, governanta de Marilyn Monroe telefona, em pânico, para o Dr. Ralph Greenson e pede que ele venha imdediatamente.


Conta ao psiquiatra que pensando que a atriz dormia, tentou entrar mas a porta estava trancada por dentro. 


Deu a volta na casa e olhou pela janela. Marilyn estava deitada de lado e parecia querer segurar o telefone.Imóvel, parecia morta.


Patricia, irmã do Presidente Kennedy e casada com o ator Peter Lawford,também recebeu chamada telefônica. 

Era a cunhada, mulher de Bob Kennedy - irmão do Presidente e Ministro da Justiça - contando que o Dr. Greenson informara o que havia acontecido em West Helena Drive.


Peter e Bob partiram imediatamente para Brentwood Heights.


O Ministro da Justiça estava apavorado. 

Às 23 h e 45 min, o Dr. Greenson parou diante da casa e tirou a manivela do macaco do carro, que serviu para quebrar o vidro do quarto de Marilyn.


Examinando com o estetoscópio, verificou que o coração ainda batia e começou a respiração boca a boca, enquanto esperava uma ambulância. 


Neste momento a freiada de um carro anuncia a chegada de Peter Lawford e de Bob, também chamados pela governanta.

Dr. Greenson examina os comprimidos que ele mesmo prescrevera e observa que faltam quase todos - cerca de 50 teriam sido ingeridos.


Bob Kennedy pergunta se Marilyn ainda está viva e é informado que o pulso e a respiracão estão tão fracos que a salvação é uma questão de segundos.


Resolve transporta-la para o Hospital de Santa Monica, distante alguns quilômetros. 


Dr Greenson entra no carro de Peter, Bobby dirige e Eunice pede para cancelar o pedido de ambulância.

Estavam a pouco metros do Saint John's Hospital quando o médico tocou as costas do motorista – um sinal de que a diva loura acabava de falecer.


Foi apontada como causa da morte o suicídio por ingestão de barbitúricos. 


Da última sessão de fotos de Marilyn feita no dia seguinte por um funcionário do necrotério, só foi divulgado o rosto, irreconhecível. 

E é o bastante para chocar e dar pena, muita pena.


Desde então, 110 livros contam esta mesma história, contestada por Dan Wolfe na obra de 600 páginas “The Assassination of Marilyn Monroe” (Albin Michel S.A.

 ,1998)


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64 anos sem ela


Marilyn Monroe permanece como o maior símbolo sexual do século 20, tornada ícone pela arte de Andy Wahrol, grande nome do cinema em todos os tempos e o mais tocante deles.

A morte trágica - e ainda não completamente esclarecida - aos 36 anos, só fez aumentar o mito. Ainda em vida, geminianamente, era uma mulher dividida em duas: uma pública expirando sensualidade que levava horas para ser “montada” e o mundo conhecia como Marilyn.

A outra, desconhecida, órfã de pais vivos e que vagou por muitos lares adotivos e desejou – sem sucesso - ser reconhecida pelos próprios méritos: Norma Jean.

O temperamento oscilante contrastava com a grande determinação.
Era adorada por homens e mulheres, que não se sentiam ameaçadas pelo símbolo sexual.Todos experimentavam o mesmo sentimento pela figura da falsa loura de corpo escultural: ternura

Cultivada pelos estúdios da 20th Century Fox, MM encarnava o sexo em estado bruto e aceitava numa boa os papéis de loura burra que lhe apresentavam. 
No entanto, seu talento natural de comediante iluminava a tela.

Norma Jean
Nascida Norma Jean Mortensen, depois Baker, no dia 1º de junho de 1926 em Los Angeles, era filha de pai desconhecido e Gladys Baker Mortensen, que trabalhava como montadora na indústria do cinema.

A internacão da mãe em hospitais psiquiátricos e a passagem por nove casas de família e orfanatos em 4 anos marcaram sua vida.

Em junho de 1942, aos 16 anos, casou-se com James E. Dougherty. Durante a 2ª Guerra Mundial havia grande demanda de fotos femininas para os soldados. 

Enquanto o marido lutava na Europa, Marilyn foi à Agência Blue Book Modeling and Studio e começou a trabalhar imediatamente.

Garota do calendário

As primeiras atuações como modelo e manequim a transformaram em “pin-up girl” com algumas figurações no cinema. 
O casamento durou 4 anos e, na época do divórcio, já era conhecida como "Marilyn Monroe". 
Marilyn, nome emprestado de uma atriz de musicais da Broadway e o Monroe da avó materna.

É deste momento a famosa foto nua em fundo de veludo vermelho para o calendário da Playboy. A carreira no cinema progredia. 
Logo estava atuando ao lado dos Irmãos Marx e dirigida por John Huston e J.L. Mankiewickz.

Foi com um papel dramático que alcançou o respeito da crítica: “Niagara”, de Henry Hathaway.

O sucesso continuou: MM brilha em “Os homens preferem as louras”, de Howard Hawks e “Como agarrar um milionário”, de Jean Negulesco.


E acontece o casamento - que durou apenas 9 meses - com o ídolo do baseball Joe Di Maggio. 
Em 1955, estrela já  consagrada, Marilyn funda sua produtora, em sociedade com o amigo Milton Greene e anuncia a intenção de deixar a Fox.

Antes de terminar o contrato, filma a celebérrima cena da saia levantada no metrô, diante de uma audiência de 5.000 pessoas.
A estrela brilha
Agora, Marilyn deseja ser, cada vez mais, ser reconhecida como atriz.
Para isso, segue os cursos do Actor's Studio onde Lee Strasberg e sua mulher Paula lhe ensinam o “Método” - teorias de Stanislavski, sobre o papel do ator.

Depois do casamento com o dramaturgo Arthur Miller, vai a Londres - acompanhada da agora onipresente Paula Strasberg - para filmar com Sir Laurence Olivier.

A estrela doente

Depois de 2 anos de ausência, volta a Hollywood para, cheia de charme e beleza, estrelar “O pecado mora ao lado”.
Atrasos, caprichos e faltas de concentração passam a ser coisa comum. 
Foram necessárias 47 tomadas para a fala "It’s me, sugar” e 59 para "Where's the bourbon”?

Alternando gestações mal sucedidas e abortos (cerca de doze) ela, que adorava crianças, acabou ficando estéril.
Começou a fase do que MM chamava “doencinhas”, causadas por queda de imunidade e pela cada vez maior ingestão de barbitúricos.


Desajustada

Em 1961, Marilyn se prepara para um personagem dramático em "Os desajustados", escrito por Miller e dirigido por Jonh Huston. 
Faz uma jovem mulher instável em processo de divórcio, que se apaixona por 3 homens ao mesmo tempo.


A filmagem aconteceu no limite do suportável, porque o casamento com Miller já se desintegrava. Finalmente, saiu o divórcio em fevereiro de 1961.
Marilyn inicia uma absurda relação a três com o jovem presidente dos Estados Unidos John Kennedy e com seu irmão, o Ministro da Justiça Robert (Bob).

É o período das depressões severas e internações em clínicas. 
O fantasma da mãe doente mental surge em seus delírios, causados pela ingestão de quantidades industriais de medicamentos psiquiátricos.
O mundo caiu
No dia 21 de maio, desobedece as ordens de se afastar do estúdio e vai ao Madison Square Garden onde, vestida com um modelo costurado ao corpo canta (ou melhor, sussurra) "Happy Birthday, Mister President" para John Kennedy. 

O universo de Marilyn desaba neste instante.
Profissionalmente está desacreditada, a saúde péssima, a vida sentimental falida. 
A obsessão que passou a ter por Bob Kennedy, casado e pai de nove filhos, a transforma em pessoa que incomoda o primeiro escalão do governo.
Vida depois da morte
5 de agosto de 1962.
O mundo inteiro recebe, chocado, a notícia da morte da estrela e,com o desenrolar das investigações, percebe que a tese de suicídio- divulgada logo após a morte, não bate.

Ainda hoje, a versão oficial é confrontada com o cenário da tragédia, sendo que os prováveis assassinos vão da Máfia à família Kennedy ajudada pela CIA, pelo legista e pelo psiquiatra.

Ficaram 37 minutos de atuação em “Something's Got To Give”, interrompidos pela morte da estrela principal que estão no documentário "Marilyn Monroe: Life After Death",de 1994, dirigido por Gordon Freedman.


Ela,que sempre terá 36 anos em nossos pensamentos, talvez estivesse assim aos 80,com todos os progressos da tecnologia cosmética,mas a IA foi perfeita na imagem do centenário.
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MARILYN MONROE VIDEO ARCHIVES
(presentinho para os marilynólogos como eu !)
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 Good bye,Norma Jean -Elton John (1973)
Marilyn canta para John Kennedy Happy Birthday, Mr.President.   (1962)

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Alan Touring e a maçã envenenada. . Trilogia I A. parte 2

  "Mais do que o gênio que desvendou os segredos da Enigma e lançou as bases da computação moderna, Turing foi um visionário que desafi...

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