sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

O suicidio de PEDRO NAVA. A tragédia do relógio da Glória

 



Uma nuvem de fumaça paralisante e um silêncio ensurdecedor pairavam sobre as redações dos jornais cariocas na noite de 13 de maio de 1984, após a divulgação de um suicídio ocorrido poucas horas antes numa  praça na Glória.Um senhor de avançada idade e fisionomia bem conhecida foi encontrado morto perto de casa.


 A Glória é um bairro de classe média e média-alta no Rio de Janeiro e  deve seu nome à Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, uma das primeiras construídas na cidade no século XVIII, onde são realizados casamentos e batizados dos descendentes  de Dom Pedro II.


Era chamada “ Saint-Germain-des-Près” carioca, porque ali  funcionavam hotéis de todas as tendências, frequentados por parlamentares em exercício ,antes da transferência da capital para Brasíla.
À noite existia –e atualmente continua existindo- um tradicional ponto de prostituição,frequentado basicamente por  travestis.

Era de  Pedro Nava,o grande escritor e memorialista,médico consagrado e unanimidade em se tratando de bom caráter e retidão,  o cadáver  ali encontrado com um tiro na cabeça,junto ao relógio da Glória ,um dos marcos mais expressivos do Rio de  Janeiro.


Nava e sua mulher ,dona Nieta,residiam na Glória e, naquela  noite, após repassar com ela  o discurso que faria ao receber ,dentro de poucos dias ,o tíitulo de Cidadão Carioca na Assembléia Legislativa,o telefone tocou
Dona Nieta atendeu ,passou-lhe o aparelho.

Nava ouviu em silêncio o que lhe disseram, ficou visivelmente transtornado e comentou “ “nunca ouvi nada tão obsceno”
 

Aproveitando pequena distração da esposa, apanhou um revólver calibre 38 ,saiu pela porta dos fundos do apartamento e perambulou durante horas pelo bairro.
Os travestis e prostitutas que ali faziam ponto testemunharam os últimos momentos do senhor triste e cabisbaixo, que `as 20.30  deu fim `a tão fecunda e ilustre vida.


As investigações



Zuenir Ventura,meu Mestre no curso de Jornalismo  da UFRJ e, na época, chefe de  redação da revista ‘Isto É” conta, num capítulo inteiro de seu livro “As minhas Histórias dos Outros (Editora Planeta,2005)que,no dia seguinte,segunda feira,começou apuração mais substancial porque uma versão meio inconcebível circulava pelas redações.

Pedro Nava estaria sendo chantageado por um garoto de programa, o“Beto da Prado Júnior”.


As investigações ,que tiveram como fonte um reporter gay que conhecia o local, levaram a um sujeito meio estranho,morando num prédio horroroso,cabeça de porco,corredores enormes, umas quinhentas portas.

Nava tinha passado  a frequentar o local `as quartas feiras,quando-teoricamente- estaria na reunião de um Conselho de Cultura.
Sentiu desejo de ser voyeur e pediu uma terceira pessoa.


“Beto da Prado Junior” afirmava ter uma foto com o escritor  e  a estaria negociando com a revista “Manchete”.

Se a “Isto É’ desejasse exclusividade, teria que pagar mais.

Amigos de Nava procuraram dissuadir a editoria de publicar a versão,alegando que o morto era um intelectual respeitado, tinha deixado viúva,parentes e amigos perplexos.
Assim,a repercussão foi abortada.


A tese de doutorado da professora francesa Monique LeMoing veio esclarecer tudo.Tornou-se um livro: “”A solidão Povoada” (Nova Fronteira,1996) que causou problemas com os descendentes de Nava, mesmo tendo citado textos do prórprio autor.

“Solidão Povoada”


Escreve Monique: “Pedro Nava acusava com violência os educadores, tanto os pais como os mestres, que consideram a sexualidade como ‘tema tabu’, criando complexos e até mesmo desvios sexuais; quando esta sexualidade — ele já verificara como ser humano e como médico — é o nó da vida, o elemento incontornável, que precisamos não somente reconhecer, mas aceitar e respeitar tal como é”.


Monique pergunta:  “O que dizer das suposições emitidas depois da sua morte em relação a sua homossexualidade?”


E tenta responder, com cuidado: “Sem dar o menor crédito às maledicências e pondo de parte as tagarelices (não podemos deixar de constatar ao longo da obra e nas suas declarações aos jornalistas que Pedro Nava estava preocupado com este problema), que já tinha pensado nele e que estava chegando a certas conclusões; que para ele a homossexualidade não deveria ser considerada como desvio sexual, nem como tabu, visto que ela está latente em cada homem, e que acontece, que se manifesta de diversas formas nas relações humanas”.


O próprio Nava escreveu: “No relacionamento de homem para homem, no estabelecimento de uma confiança, de uma simpatia, de uma amizade — entra muito do terreno neutro da sexualidade, de uma espécie, digamos, dessa homossexualidade subclínica que habita os confins de todos. [...] Todo mundo atravessa um período intersexual... a vida é foda: o resto é brincadeira”

Completa Monique : “Dizia-se que freqüentava certos meios homossexuais do Rio de Janeiro e ninguém acreditava que ele fora capaz de ter uma vida dupla, que tinha sido objeto de uma chantagem qualquer e compelido a um gesto de desespero”.

Biografiazinha despretensiosa


“Eu sou um pobre homem do Caminho Novo das Minas dos Matos Gerais”
Parafraseando Eça, assim começa Pedro Nava o seu “Baú de Ossos”

Nasceu em 5/6/1903 ,em Juiz de Fora-MG,fez seus estudos como interno do Colégio Pedro II (como conta no “Chão de Ferro”)e  formou-se em Medicina pela (atual)Universidade Federal de Minas Gerais Clinicou no interior de São Paulo e, em 1933, mudou--se para o Rio onde trabalhou em vários hospitais das redes pública e particular


Sua literatura médica está em.  *Território de Epidauro - Crônicas e Histórias da História da Medicina (1947) e  *Capítulos da História da Medicina no Brasil (1948).

Amigo de Carlos Drummond de Andrade e dos demais intelectuais mineiros de seu tempo,participou da edição da modernista  “A REVISTA”.

Como poeta,teve seus trabalhos publicados na Antologia de Poetas Bissextos (1948,organizada por Manuel Bandeira).


Como memorialista publicou Baú de Ossos (1972), Balão Cativo (1973), Chão de Ferro (1976), Beira-Mar (1978), Galo das Trevas (1981) e O Círio Perfeito (1983)e o incompleto “Cera das Almas’ que iniciou pouco antes do suicídio. 

As obras foram reeditadas pelo Atelier Editorial.


Pedro Nava não deve faltar em nenhuma estante sensível.

“Balão cativo” recebeu o prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro
“Baú de Ossos” recebeu o Prêmio Luísa Claudio de Sousa do Pen Club
Foi escolhido “Personalidade Global de 1973”pela Rede Globo e jornal O GLOBO Prêmio Associação Paulista dos críticos de Arte (1974).
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Com cerca de quatrocentas páginas cada um,eu já os li,reli,treli,quadrili e sei alguns trechos inteiros de cór. E como  admiro esse homem! 


Pela elegância, simplicidade,criatividade,pertinência,abertura de mente,observação profunda do ser humano e pela enorme compaixão e misericórdia que,grande médico, teve ocasião de exercer pelos seus doentes.


Como Nava ,também sou ex-aluna do Pedro II e aqui compartilho, com os antigos e novos colegas, a corrente de energia instantânea que se forma ao pensar no mantra/grito de guerra secreto que nos une - “A taboada”.


Tenho a certeza que nos nossos dias,com os fenômenos mediáticos,Pedro Nava –geminiano de fé - certamente acolheria as minicameras e toda a parafernália digital de que dispomos.


Com os novos parâmetros sociais e advertências sobre chantagem,extorsão,calúnia e difamação -agora tratados com atenção pelos órgãos de direitos humanos e  da comunidade LGBTQIA+ - as coisas poderiam ter terminado de forma bem diferente. O chantagista teria sido capturado, punido e execrado publicamente.


Meu feeling, entretanto, é que Nava,oitentão nos anos oitenta,carente e insone como conta nos livros-e só quem tem insônia compreende! ,procurava  algo fácil de entender e difícil de conseguir: colocar um pouco mais de cor na vida.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Tomada de Monte Castelo na 2a Guerra Mundial e a FEB.

 

 Monte Castelo hoje


 Monte situado em Gaggio Montano, a 40 km de Pistoia 
e a cerca de  61 km a sudoeste de Bolonha.

No cemitério de Pistoia, estavam os restos mortais dos 467 combatentes  da Força Expedicionária Brasileira  (FEB),que participaram da segunda guerra mundial, em solo italiano.

Os restos mortais desses soldados foram trazidos para o Brasil  
 As urnas chegaram ao Rio em 15 de dezembro de 1960 e foram levadas em cortejo fúnebre pela Avenida Rio Branco no dia 22 de dezembro de 1960, quando foram depositadas num  mausoléu. 
O Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, também chamado de Monumento aos Pracinhas que fica no Aterro do Flamengo.

Um pouquinho de História pra contextualizar         
Tanto na primeira como na segunda guerra mundial, a participaçao do Brasil no combate deu-se por pressoes diplomaticas mas-principalmente- pelo afundamento de navios  
  • Primeira Guerra Mundial
  •  O afundamento de navios cargueiros  (como 
  • Paraná) por submarinos alemães em 
  • 1917,transformou  o Brasil no único país da 
  • América do Sul a participar efetivamente do conflito.
  • Unido à Triplice Entente (Inglaterra, França e 
  • Rússia),enviou uma missão médica a Paris, 
  • aviadores e a Divisão Naval de Operações de 
  • Guerra (DNOG) para patrulhar o Atlântico.
  • O governo negociou o apoio aos Aliados (EUA) 
  • em troca de financiamento para a criação da 
  • Companhia Siderurgica Nacional CSN) e modernização 
  • das Forças Armadas e criou a 
  • Força Expedicionária Brasileira (FEB) 
  • enviando cerca de 25 mil "pracinhas" para lutar na 
  • Campanha da Italia onde venceram batalhas 
  • importantes como a de  Monte Castelo.
 
("pracinha" é o diminutivo de "praça", termo 

militar usado para designar soldados de baixa 

patente (aqueles abaixo de oficiais e sargentos). 


Durante a Segunda Guerra Mundial, o termo 

tornou-se um apelido carinhoso e popular para se 

referir aos membros da  FEB que lutaram na 

Itália).

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Quaresma

 





 

 O que é a Quaresma ?  (fonte: Wikipedia)

 
"Os quarenta dias que antecedem a principal celebração do cristianismo: a Páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo, que é comemorada num domingo e praticada desde o século IV."
********

A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos, anterior ao Domingo de Páscoa. 

Durante os quarenta dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa, os cristãos dedicam-se à reflexão, a conversão espiritual e se recolhem em oração e penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz.



Durante a Quaresma,a Igreja veste seus ministros com vestimentas de cor roxa, que simboliza tristeza e dor. 
A quarta feira de cinzas é um dia usado para lembrar o fim da própria mortalidade. 

É costume serem realizadas missas onde os fiéis são marcados na testa com cinzas. 

Essa marca normalmente permanece na testa até o pôr do sol. 
O simbolismo faz parte da tradição demonstrada na Bíblia, onde vários personagens jogavam cinzas em suas cabeças como prova de arrependimento.

Na Bíblia, o número quarenta é bastante frequente, para representar períodos de 40 dias ou quarenta anos, que antecedem ou marcaram fatos importantes: 
40 dias de dilúvio, 
quarenta dias de Moisés no Monte Sinai, 
40 dias de Jesus no deserto antes de começar o seu ministério, 
40 anos de peregrinação do povo de Israel no deserto.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum.

 Por volta do ano 350, a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias e foi assim que surgiu a Quaresma.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

História do Carnaval Carioca. #tbt. desculpem pagina mal formatada

  



 A festa  de rua já era chamada de "carnevalo” e assim viajou no tempo até a “Belle Epoque” - final de século 19/comecinho do século 20 - quando continuava a atrair as populações que vinham admirar carros decorados e pessoas fantasiadas.


Travestismo consentido

Nos álbuns fotográficos das famílias cariocas, no passado recente, havia pelo menos um grupo carnavalesco alegre, saindo para um banho de mar à fantasia,

uma batalha de confetes, ou para assistir ao desfile

das Sociedades e Préstitos, os avós da moderna
Escola de Samba patrocinada.
Numa dessas fotos : banal, simples e corriqueira,

minha mãe, ainda solteira,de terno de tropical branco, chapéu panamá e bigodes feitos

com rolha queimada, acompanha seus três irmãos

vestidos de baiana, havaiana e melindrosa, maquiados e com unhas pintadas,num travestismo consentido e estimulado pela sociedade


Ritual


O Carnaval foi Introduzido entre nós pelos

portugueses no século 17, com o nome de entrudo,

festejo remanescente das festas daGrécia antiga, das bacanais romanas, das danças macabras medievais, todas elas depois aglutinadas e transformadas nos bailes de máscaras da Renascença.

O Carnaval não era uma festa, mas um ritual. A data

móvel de sua celebracão é herança do momento

histórico em que se decupava o tempo em períodos de 40 dias.



A Quaresma, período

que vai da Epifiânia ( Dia de

Reis) à quarta-feira de Cinzas, servia para ligar o


profano ao sagrado.

O Carnaval permitia os derradeiros excessos

 

Neste momento, as regras sociais eram invertidas:

os senhores se fantasiavam de escravos e, durante 5 dias, os escravos se transformavam em senhores.
Na Idade Média, a festa se realizava nas igrejas e a missa era dita ao contrário - começava com a Eucaristia e terminava com os Atos de Penitência - os ricos se fantasiavam de pobres, os pobres de ricos, as crianças se vestiam de adultos e os adultos de criança.
Origem da palavra
Com a cristianização do calendário, as festas pagãs

foram rebatizadas.

Fevereiro era o tempo de “Carne levare levamen”,

quando eram degustados pela última vez os pratos gordurosos, antes da entrada em quarentena, a ”quadragésima”, palavra que evoluiu para Quaresma.


Quarenta dias de comidas “magras” até a chegada

da Páscoa.

Outras teorias remontam o termo a "carrus navalis”, carro que distribuía vinho ao povo durante a festa de Isis, deusa egípcia adotada por gregos e romanos.

No século 13, a festa de rua já era chamada de

"carnevalo” e assim viajou no tempo até a “Belle

Epoque” - final de século 19/comecinho do século 20 - quando continuava a atrair as populações que vinham admirar carros decorados e pessoas

fantasiadas.
Entrudo

A palavra portuguesa "entrudo" e o galês "

entroidovieram do Latim

"introitu", que significava entrar na Quaresma e, por

metonímia, o tempo que vem antes da Quaresma. Ou seja, o Carnaval.

Mascarados, os foliões se aproveitavam do

anonimato para atitudes ilícitas e imorais. 


A Igreja em Portugal, que criou o "Jubileu das 40

horas” e decretou leis severas em 1817, mesmo assim não conseguiu conter a violência

da festa, nem o terremoto que praticamente destruíu

em 1755 e diminuiu a sanha das brincadeiras agressivas.

A festa popular chegou por aqui durante o período colonial e se estendeu pela monarquia, com toques de sadismo.
As pessoas atiravam umas nas outras água em

limões de cera ou saquinhos com pó, farinha, cal ou o que tivessem nas mãos.
O primeiro baile de carnaval aconteceu no Rio de

Janeiro em 1840,organizado para divertir a Corte.


Em 1846, foi criado o “Zé Pereira”,
grupo de foliões com bumbo e tambores.
A Maestrina Chiquinha

Gonzaga

(foto) [inovou os festejos

com seu“Abre Alas”(1899).
A partir daí, o Carnaval passou a ter composições

especialmente elaboradas :

marcha-rancho, o samba,

a marchinha, o samba-enredo e o

frevo, além da batucada
.
Com a chegada do

automóvel, o

corso - desfile de carros

decorados -

levava famílias inteiras ao centro das cidades, onde


as batalhas de confete e serpentina faziam a alegria

geral.

Desigualdade carnavalesca
Proibido pela violência que continha, o entrudo

evoluiu parabrincadeiras mais amenas com

elementos lúdicos como os citados confete, serpentina e mais o famoso lança-perfume. Até ser proibido pelo breve Presidente Jânio Quadros - nove meses de governo, até renunciar em. 25/8/1961 - o lança-perfume era elemento indispensável na bolsinha/adereço de qualquer folião, mesmo mirim.
 


Mesmo ali prevalecia o

desnível social: os mais privilegiados usavam o

importado “Rodo

Metálico(foto), o

povão mais simples ia de “

Colibri”, em sua embalagem de vidro.
Totalmente permitido e até incentivado

como o travestismo do album de fotos

familiar, o “lança” era encontrado nas

matinês dos clubes infantis e aspirado nos bailes de

gala,dando baratos

incríveis.
Crepes, brioches e
croissants
Na véspera do dia em que começava a proibição de

consumir carne e
gorduras durante a

Quaresma (terça-feira gorda), as pessoas

usavam o que havia

restado de gordura em casa para festejar,

consumindo frituras e pães super calóricos.

Neste tempo do peixe contra a

carne e do comedimento contra

os excessos, o consumo de ovos

era igualmente interditado.

Assim, surgiu a crepe –
panqueca, aqui no Brasil - feita de farinha e leite.

Nos países anglofônicos festeja-se o “Pancake
Tuesday”, nos francofônicos o“Mardi Gras”, que
veio a dar nome ao festejo popular mais importante deNova Orléans.


Malhação do Judas e Rei Momo

A partir do século XI, um boneco encarnando o Rei

do Carnaval -nosso Rei Momo - fazia parte dos desfiles, sendo queimado pelos

habitantes das cidades ao final das folias.
Atualmente, estas manifestações ainda sobrevivem

e, no Rio de Janeiro, a alma alegre do povo chama este boneco de Judas. A cada sábado de Aleluia, ao meio dia em ponto, um "

Judas" é "malhado.

Com o correr dos tempos,as tradições que a gente encontrava nas 
fotos de album de família foram se formando,se firmando e acabaram por transformar o Carnaval (principalmente no Brasil)na festa popular mais diversificada e culturalmente rica do mundo.

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O suicidio de PEDRO NAVA. A tragédia do relógio da Glória

  Uma nuvem de fumaça paralisante e um silêncio ensurdecedor pairavam sobre as redações dos jornais cariocas na noite de 13 de maio de 1984,...

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