quinta-feira, 21 de maio de 2026

1o de junho 2026 Centenário de nascimento de Marilyn Monroe

No final do texto, arquivo de vídeos!

 

imagem criada por inteligência artificial

 

*1º de junho 1926
    + 5 de agosto 1962   


"Cem anos após o seu nascimento, Marilyn Monroe permanece como o maior enigma e o símbolo mais duradouro da era de ouro de Hollywood. Mais do que uma estrela de cinema dos anos 1950, ela se transformou em uma força cultural que moldou o imaginário coletivo mundial. Celebrar o seu centenário não é apenas lembrar a atriz, mas compreender como a jovem Norma Jeane transcendeu as telas para se tornar um ícone eterno, cuja presença ainda reverbera na moda, na arte e no comportamento contemporâneos."

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'É uma tragédia. Como se um bebê indesejado se tornasse a mulher mais desejada do mundo e ela tivesse que lidar com isso. Uma espécie de pesadelo,como estar em um carro sem freios que vai mais e mais rápido.'

               Andrew Dominik, diretor da cinebiografia "Blonde" 

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 No centenario de seu nascimento, Marilyn ainda faz parte da lista das grandes teorias conspiratórias do século XX.

Ela teria sido "suicidada"por saber demais sobre segredos de Estado durante a ligação com os irmãos Kennedy-John e Bob.

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5 de agosto de 1962, 23 h e 30 min


12305, 5th West Helena Drive, Hollywood, Eunice Murray, governanta de Marilyn Monroe telefona, em pânico, para o Dr. Ralph Greenson e pede que ele venha imdediatamente.


Conta ao psiquiatra que pensando que a atriz dormia, tentou entrar mas a porta estava trancada por dentro. 


Deu a volta na casa e olhou pela janela. Marilyn estava deitada de lado e parecia querer segurar o telefone.Imóvel, parecia morta.


Patricia, irmã do Presidente Kennedy e casada com o ator Peter Lawford,também recebeu chamada telefônica. 

Era a cunhada, mulher de Bob Kennedy - irmão do Presidente e Ministro da Justiça - contando que o Dr. Greenson informara o que havia acontecido em West Helena Drive.


Peter e Bob partiram imediatamente para Brentwood Heights.


O Ministro da Justiça estava apavorado. 

Às 23 h e 45 min, o Dr. Greenson parou diante da casa e tirou a manivela do macaco do carro, que serviu para quebrar o vidro do quarto de Marilyn.


Examinando com o estetoscópio, verificou que o coração ainda batia e começou a respiração boca a boca, enquanto esperava uma ambulância. 


Neste momento a freiada de um carro anuncia a chegada de Peter Lawford e de Bob, também chamados pela governanta.

Dr. Greenson examina os comprimidos que ele mesmo prescrevera e observa que faltam quase todos - cerca de 50 teriam sido ingeridos.


Bob Kennedy pergunta se Marilyn ainda está viva e é informado que o pulso e a respiracão estão tão fracos que a salvação é uma questão de segundos.


Resolve transporta-la para o Hospital de Santa Monica, distante alguns quilômetros. 


Dr Greenson entra no carro de Peter, Bobby dirige e Eunice pede para cancelar o pedido de ambulância.

Estavam a pouco metros do Saint John's Hospital quando o médico tocou as costas do motorista – um sinal de que a diva loura acabava de falecer.


Foi apontada como causa da morte o suicídio por ingestão de barbitúricos. 


Da última sessão de fotos de Marilyn feita no dia seguinte por um funcionário do necrotério, só foi divulgado o rosto, irreconhecível. 

E é o bastante para chocar e dar pena, muita pena.


Desde então, 110 livros contam esta mesma história, contestada por Dan Wolfe na obra de 600 páginas “The Assassination of Marilyn Monroe” (Albin Michel S.A.

 ,1998)


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64 anos sem ela


Marilyn Monroe permanece como o maior símbolo sexual do século 20, tornada ícone pela arte de Andy Wahrol, grande nome do cinema em todos os tempos e o mais tocante deles.

A morte trágica - e ainda não completamente esclarecida - aos 36 anos, só fez aumentar o mito. Ainda em vida, geminianamente, era uma mulher dividida em duas: uma pública expirando sensualidade que levava horas para ser “montada” e o mundo conhecia como Marilyn.

A outra, desconhecida, órfã de pais vivos e que vagou por muitos lares adotivos e desejou – sem sucesso - ser reconhecida pelos próprios méritos: Norma Jean.

O temperamento oscilante contrastava com a grande determinação.
Era adorada por homens e mulheres, que não se sentiam ameaçadas pelo símbolo sexual.Todos experimentavam o mesmo sentimento pela figura da falsa loura de corpo escultural: ternura

Cultivada pelos estúdios da 20th Century Fox, MM encarnava o sexo em estado bruto e aceitava numa boa os papéis de loura burra que lhe apresentavam. 
No entanto, seu talento natural de comediante iluminava a tela.

Norma Jean
Nascida Norma Jean Mortensen, depois Baker, no dia 1º de junho de 1926 em Los Angeles, era filha de pai desconhecido e Gladys Baker Mortensen, que trabalhava como montadora na indústria do cinema.

A internacão da mãe em hospitais psiquiátricos e a passagem por nove casas de família e orfanatos em 4 anos marcaram sua vida.

Em junho de 1942, aos 16 anos, casou-se com James E. Dougherty. Durante a 2ª Guerra Mundial havia grande demanda de fotos femininas para os soldados. 

Enquanto o marido lutava na Europa, Marilyn foi à Agência Blue Book Modeling and Studio e começou a trabalhar imediatamente.

Garota do calendário

As primeiras atuações como modelo e manequim a transformaram em “pin-up girl” com algumas figurações no cinema. 
O casamento durou 4 anos e, na época do divórcio, já era conhecida como "Marilyn Monroe". 
Marilyn, nome emprestado de uma atriz de musicais da Broadway e o Monroe da avó materna.

É deste momento a famosa foto nua em fundo de veludo vermelho para o calendário da Playboy. A carreira no cinema progredia. 
Logo estava atuando ao lado dos Irmãos Marx e dirigida por John Huston e J.L. Mankiewickz.

Foi com um papel dramático que alcançou o respeito da crítica: “Niagara”, de Henry Hathaway.

O sucesso continuou: MM brilha em “Os homens preferem as louras”, de Howard Hawks e “Como agarrar um milionário”, de Jean Negulesco.


E acontece o casamento - que durou apenas 9 meses - com o ídolo do baseball Joe Di Maggio. 
Em 1955, estrela já  consagrada, Marilyn funda sua produtora, em sociedade com o amigo Milton Greene e anuncia a intenção de deixar a Fox.

Antes de terminar o contrato, filma a celebérrima cena da saia levantada no metrô, diante de uma audiência de 5.000 pessoas.
A estrela brilha
Agora, Marilyn deseja ser, cada vez mais, ser reconhecida como atriz.
Para isso, segue os cursos do Actor's Studio onde Lee Strasberg e sua mulher Paula lhe ensinam o “Método” - teorias de Stanislavski, sobre o papel do ator.

Depois do casamento com o dramaturgo Arthur Miller, vai a Londres - acompanhada da agora onipresente Paula Strasberg - para filmar com Sir Laurence Olivier.

A estrela doente

Depois de 2 anos de ausência, volta a Hollywood para, cheia de charme e beleza, estrelar “O pecado mora ao lado”.
Atrasos, caprichos e faltas de concentração passam a ser coisa comum. 
Foram necessárias 47 tomadas para a fala "It’s me, sugar” e 59 para "Where's the bourbon”?

Alternando gestações mal sucedidas e abortos (cerca de doze) ela, que adorava crianças, acabou ficando estéril.
Começou a fase do que MM chamava “doencinhas”, causadas por queda de imunidade e pela cada vez maior ingestão de barbitúricos.


Desajustada

Em 1961, Marilyn se prepara para um personagem dramático em "Os desajustados", escrito por Miller e dirigido por Jonh Huston. 
Faz uma jovem mulher instável em processo de divórcio, que se apaixona por 3 homens ao mesmo tempo.


A filmagem aconteceu no limite do suportável, porque o casamento com Miller já se desintegrava. Finalmente, saiu o divórcio em fevereiro de 1961.
Marilyn inicia uma absurda relação a três com o jovem presidente dos Estados Unidos John Kennedy e com seu irmão, o Ministro da Justiça Robert (Bob).

É o período das depressões severas e internações em clínicas. 
O fantasma da mãe doente mental surge em seus delírios, causados pela ingestão de quantidades industriais de medicamentos psiquiátricos.
O mundo caiu
No dia 21 de maio, desobedece as ordens de se afastar do estúdio e vai ao Madison Square Garden onde, vestida com um modelo costurado ao corpo canta (ou melhor, sussurra) "Happy Birthday, Mister President" para John Kennedy.

O universo de Marilyn desaba neste instante.
Profissionalmente está desacreditada, a saúde péssima, a vida sentimental falida. 
A obsessão que passou a ter por Bob Kennedy, casado e pai de nove filhos, a transforma em pessoa que incomoda o primeiro escalão do governo.
Vida depois da morte
5 de agosto de 1962.
O mundo inteiro recebe, chocado, a notícia da morte da estrela e,com o desenrolar das investigações, percebe que a tese de suicídio- divulgada logo após a morte, não bate.

Ainda hoje, a versão oficial é confrontada com o cenário da tragédia, sendo que os prováveis assassinos vão da Máfia à família Kennedy ajudada pela CIA, pelo legista e pelo psiquiatra.

Ficaram 37 minutos de atuação em “Something's Got To Give”, interrompidos pela morte da estrela principal que estão no documentário "Marilyn Monroe: Life After Death",de 1994, dirigido por Gordon Freedman.


Ela,que sempre terá 36 anos em nossos pensamentos, talvez estivesse assim aos 80,com todos os progressos da tecnologia cosmética,mas a IA foi perfeita na imagem do centenário.
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MARILYN MONROE VIDEO ARCHIVES
(presentinho para os marilynólogos como eu !)
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 Good bye,Norma Jean -Elton John (1973)
Marilyn canta para John Kennedy Happy Birthday, Mr.President.   (1962)

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sábado, 16 de maio de 2026

Orelha e Laika. mártires da ciência e da brutalidade humana

 "A forma como uma sociedade trata os seus animais define o seu grau de civilidade. 

Sob essa ótica, as trágicas mortes do cão Orelha e da cadelinha Laika revelam uma falha moral profunda. 

Vítimas diretas da violência e da ignorância humana, esses dois seres tornaram-se símbolos de uma urgência coletiva: a necessidade de justiça, empatia e o fim da impunidade para os crimes contra os animais."


Laika, Russia, 1957, cobaia de viagem espacial malsucedida
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Laika,mártir e heroína da Ciência

 O próximo 20 de julho,marca mais um aniversário da chegada do homem à Lua.  O pouso, transmitido por televisões de todo o mundo, foi um dos eventos mais importantes do século XX.

Mas muito antes deste e de outros feitos humanos, alguns animais serviram como cobaias para estudos sobre consequência da exposição à radiação em altitudes elevadas e da microgravidade em organismos vivos.

(Microgravidade é um termo utilizado em astronáutica para descrever uma situação onde o peso aparente dos corpos é muito menor que o peso real ,devido à gravidade)

  O texto a seguir, em vermelho, é da revista Superinteressante:

 Macaco Albert II

Data do vôo – 14/6/1949
País – Estados Unidos
Objetivo da viagem – Estudar os efeitos do espaço no organismo animal
Albert II foi o primeiro macaco a ser enviado num vôo suborbital, em que a espaçonave sobe a uma altitude suficiente para atingir o espaço, mas não tem velocidade suficiente para ficar girando na órbita da Terra. O pobre bichonauta teve um destino trágico: morreu na aterrissagem
 
Cadela Laika
Data do vôo – 3/11/1957
País – União Soviética
Objetivo da viagem – Saber se um animal era capaz de permanecer na

Gato Felix
Data do vôo – 18/10/1963
País – França
Objetivo da viagem – Observar os efeitos da microgravidade sobre o cérebro do animal
Há quem diga que Felix, na verdade, era uma gatinha chamada Felicette. Seja como for, o bichano francês foi o primeiro felino a viajar para o espaço. Ele voou com vários eletrodos conectados à cabeça e teve um final feliz: foi recuperado com vida
 
Cães Veterok e Ugolyok
Data do vôo – 22/2/1966
País – União Soviética
Objetivo da viagem – Observar efeitos da microgravidade a longo prazo
Vigiados por equipamentos de vídeo e de telemetria, esses dois cães russos embarcaram na espaçonave Voskhod 3 e permaneceram na órbita terrestre por 22 dias. A dupla estabeleceu um recorde de tempo no espaço que até hoje não foi batido por nenhum outro cachorro
 
Aranha Arabella
Data do vôo – 28/7/1973
País – Estados Unidos
Objetivo da viagem – Observar se as aranhas eram capazes de fiar uma teia no espaço
A estação espacial americana Skylab 3 foi, durante 59 dias, o lar de Arabella, uma aranha da espécie Araneus diadematus. Durante sua permanência no espaço, ela não decepcionou e trabalhou incessantemente na construção de uma bela teia

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 Em 3 de novembro de 1957, a cadelinha vira-lata Laika tornou-se o primeiro ser vivo a viajar para o espaço, a bordo do satélite soviético Sputnik 2

 

O martírio de Laika

O Sputnik 2 tinha a forma de um cone de 4 metros de altura, com uma base de 2 metros de diâmetro e pesava 508 kg.Foi lançado  do Cosmódromo de Baikonur 

O cientista russo Oleg Gazenko selecionou e treinou os cães que foram colocados  em gaiolas cada vez menores,em   períodos de cerca de vinte dias;  em uma centrífuga para simular a aceleração no lançamento de foguetes e em contato com máquinas imitavam os ruídos e vibrações de  uma nave espacial. 

Durante o treinamento, também precisaram se  acostumar a consumir um gel nutritivo,gelatina derivada de colágeno de tecido animal misturado com uma base de carne, pão em pó e gordura.
A escolha final pela cadelinha deveu-se a não precisar mover a  pata para urinar e pela sua extrema docilidade.Na parte traseira do traje espacial, havia um tanque de borracha que coletava urina e excrementos.

Laika foi instalada na cápsula  do Sputnik2 em 31 de outubro de 1957.

O lançamento  aconteceu em 3 de novembro de 1957.

 Eletrodos  colados ao traje informavam freqüência cardíaca, frequência respiratória, atividade motora e pressão sangüínea. 

Uma câmera e um transmissor de rádio possibilitaram, através de uma vigia de vidro, observar suas ações. Espectrômetros avaliados a emissão de raios-X e radiação ultravioleta emitida pelo sol.
Quando o foguete subiu e  a velocidade chegou a quase 28.800 km/hora, o ritmo cardíaco de Laïka sofreu um aumento muito forte: antes da decolagem foi de 103 batimentos por minuto e, depois, foi para 240.

Laika começou a  ficar ofegante e latiu muito, presa ao chão da cabine . 

O satélite não se separou dos reatores como planejado, o que levou a sérios problemas de regulagem térmica e,por falta de planejamento, a cápsula não tinha proteção contra a radiação solar.
Tudo indica que Laika morreu muito antes de suas reservas de oxigênio se esgotarem, depois de entrar em coma.

Mas sofreu terrível calor e desidratou rapidamente.

 A versão oficial para a morte  era que  havia ingerido veneno misturado com a comida para não sofrer durante o retorno à atmosfera. 

Essa desculpa permaneceu politicamente correta até que o anúncio que o cão tinha oxigênio e comida para dez dias e que nenhum retorno estava previsto, causou total indignação na opinião opinião pública. 

 Ali se iniciou a conscientização e o respeito pelos animais em experimentos científicos.

 Laika no Monumento aos conquistadores do Cosmos, em Star City, arredores de Moscou

  O Sputnik 2 se desintegrou cinco meses depois,  após 2570 revoluções ao redor da Terra e entrou na atmosfera da Terra em 14 de abril de 1958 sobre as Índias Ocidentais. 

Os restos mortais de Laika  percorreram cerca de 100 milhões de quilômetros. 

1988- Oleg Gazenko, o treinador, lamentou a morte de Laika,   considerada inútil.

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Existe um vídeo, que pode chocar pessoas mais sensíveis (como fiquei chocada!-mas era necessário para entender melhor o sacrfício do animalzinho),em inglês.

Se desejar, clique aqui

https://www.youtube.com/watch?v=kOS-rxXP3GM

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PARA SEMPRE ORELHA




  Orelha, janeiro 2026, assassinado por jovens da alta sociedade de Florianópolis.Processo arquivado recentemente. 

Caso do cão Orelha é arquivado pelo Ministério Público

Após a conclusão das investigações policiais, o Ministério Público determinou o arquivamento do caso envolvendo o cão Orelha. 

O órgão avaliou os elementos colhidos no inquérito e entendeu que não havia bases jurídicas ou provas suficientes para o oferecimento de uma denúncia criminal contra os suspeitos!!!!

Com a decisão de arquivamento acolhida pela Justiça, o processo criminal sobre o episódio está oficialmente encerrado.

Publicado no G1 :

Em nota, no dia seguinte ao arquivamento, o Judiciário explicou que não pode dar prosseguimento ao processo por iniciativa própria e que qualquer denúncia, ação penal ou pedido de arquivamento, dentro dos parâmetros legais, deve partir do Ministério Público.

"No sistema acusatório previsto na Constituição Federal, cabe ao Ministério Público promover a ação penal ou requerer o arquivamento do caso. Ao Judiciário compete analisar os pedidos apresentados, sem substituir a atuação do órgão acusador", explicou o TJSC.

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1o de junho 2026 Centenário de nascimento de Marilyn Monroe

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