domingo, 12 de junho de 2011

Mais um domingo no Marais

"J'ai deux amours,mon pays et Paris"
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Bairro judeu foi tombado pelo então Ministro da Cultura André Malraux em 1969


12 de junho,2011
Bem comparando,passar um domingo no Marais (pron. fr.Marré) é assim tipo tomar café num imensurável Talho Capixaba (point carioca localizado no Leblon) e fazer footing e compras numa Ipanema `a margem direita do Sena (Rive Droite).
Do final do século 19 à primeira metade do século 20, o bairro se tornou lar dos judeus comerciantes vindos do leste europeu,especialmente os que lidavam com roupas,tecidos,sapatos,acessórios,etc.

O Marais, localizado nos 3º e 4º arrondissements foi um alvo para os nazistas quando tomaram a França, durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1969,André Malraux,então Ministro da Cultura, declarou o Marais bair secteur sauvegardé,com seus museus,galerias e locais históricos tombados. e,no anos 90 com a autorização do governo,o local recebeu obras de renovação, sem que a parte histórica fosse afetada.
O Marais hoje

A Rue des Rosiers continua sendo o centro da comunidade judaica de Paris, com eventos anunciados nos muros e empenas das lojas e suas livrarias especializadas .
A Sinagoga da Rue Pavée 10, foi decorada por Hector Guimard em 1913,mesmo designer que cuidou do visual art noveau de várias estações de metrô. é um grande centro religioso.
Também ali estão estão o Museu Picasso (fechado para obras) e o Museu Carnavalet que tem exposições permanentes contando a história da cidade e,no momento, apresenta a itinerante " Os documentos"escondidos" da Revolução Francesa"
Na Place des Vosges está situada a casa de Victor Hugo (abaixo),outro ponto turístico super concorrido.
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